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sexta-feira, 16 de abril de 2021

Medicamentos para 'kit intubação' chegam a aeroporto em Guarulhos, na Grande SP



O carregamento de medicamentos do chamado "kit intubação" vindo da China e que foi doado ao Ministério da Saúde por um grupo de empresas e será repassado aos estados, incluindo São Paulo, chegou ao aeroporto em Guarulhos (SP) por volta das 22h15 desta quinta-feira (15). Segundo o ministério, foram comprados 2,3 milhões de medicamentos de intubação orotraqueal, e a previsão é de que a distribuição dos insumos já comece a partir desta sexta (16). A São Paulo, devem ser destinados 407.507 deles, sendo:

Fentanil 5.513 unidades;
Propofol 152.808 unidades;
Midazolans 66.801 unidades;
Cizatracuro 182.385 unidades.

O lote saiu da China na madrugada desta quarta (14). Os produtos foram doados ao governo federal por um grupo de empresas formado por Petrobras, Vale, Engie, Itaú Unibanco, Klabin e Raízen.

O repasse acontece depois de nove ofícios enviados pelo governo de São Paulo pedindo ajuda emergencial na reposição dos produtos usados no tratamento de pacientes internados com Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de todo o estado. Em coletiva de imprensa na tarde desta quinta, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, cobrou que "grandes estados" busquem comprar os medicamentos por conta própria.

Por meio de nota, também na tarde desta quinta, o governo de São Paulo afirmou que o governo federal “ainda não sinalizou à Secretaria de Estado da Saúde de SP nenhuma entrega dos medicamentos que compõem o kit intubação".

“O prazo para providências, de 24 horas, já se esgotou, e mais de 640 hospitais seguem com estoques críticos, na imanência do colapso. Além de se manter inerte, destinou ao Estado somente 552.507 medicamentos provenientes da requisição administrativa do Ministério da Saúde, e não os 1.394.957 informados pela pasta federal à imprensa”, disse a nota do governo paulista.

“Esse baixo quantitativo foi liberado entre os dias 15 e 31 de março, após seis meses sem realizar nenhuma entrega ao estado, e equivale a cinco dias de consumo diante da demanda mensal [...] Essa demanda é de conhecimento do Ministério, uma vez que o estado informa diariamente o status de seu consumo”, completou.


Reação do ministério

Na coletiva desta quinta, o secretário-executivo do ministério, Rodrigo Otávio da Cruz, reagiu às críticas da gestão de João Doria (PSDB) sobre a falta de distribuição dos produtos, e afirmou que as demandas de todos os estados estão sendo acompanhadas semanalmente pela pasta.

“Independente da resposta do ofício, é importante mencionar que a demanda do estado de São Paulo é tratada nessas reuniões [periódicas] que a gente comentou. Então às segundas, quartas e sextas, o Conselho Nacional de Secretarias Municipais da Saúde [Conasems] traz a demanda de todos os estados e isso é discutido em conjunto", disse o secretário.

"Não é uma decisão unilateral pelo governo federal, mas sim uma decisão colegiada. Não só o estado de SP, mas todos os estados têm as demandas avaliadas todas as semanas por meio dessas reuniões tripartites, onde participam governo federal, governos estaduais e prefeituras, por intermédio do Conasems”, disse.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também cobrou uma ação de "grandes estados, que têm a economia maior que alguns países," para enfrentar a escassez de produtos do kit intubação no país.

“Os próprios governadores de muitos estados poderiam buscar esses medicamentos seja no mercado internacional, seja no mercado nacional. Eles têm elementos para fazer isso e para se associar ao Ministério da Saúde nesta tarefa de apoiar a sociedade brasileira”, afirmou o ministro.

“Não adianta só ficar enviando ofício para o Ministério da Saúde. Temos que trabalhar juntos, e os governadores sabem disso. Nós temos encontrado uma parceria contínua. Eu mesmo tenho contatado diversos governadores, atendendo essas demandas dentro do que se pode atender em uma situação sanitária como esta”, completou.

Reação do ministério

Na coletiva desta quinta, o secretário-executivo do ministério, Rodrigo Otávio da Cruz, reagiu às críticas da gestão de João Doria (PSDB) sobre a falta de distribuição dos produtos, e afirmou que as demandas de todos os estados estão sendo acompanhadas semanalmente pela pasta.

“Independente da resposta do ofício, é importante mencionar que a demanda do estado de São Paulo é tratada nessas reuniões [periódicas] que a gente comentou. Então às segundas, quartas e sextas, o Conselho Nacional de Secretarias Municipais da Saúde [Conasems] traz a demanda de todos os estados e isso é discutido em conjunto", disse o secretário.

"Não é uma decisão unilateral pelo governo federal, mas sim uma decisão colegiada. Não só o estado de SP, mas todos os estados têm as demandas avaliadas todas as semanas por meio dessas reuniões tripartites, onde participam governo federal, governos estaduais e prefeituras, por intermédio do Conasems”, disse.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também cobrou uma ação de "grandes estados, que têm a economia maior que alguns países," para enfrentar a escassez de produtos do kit intubação no país.

“Os próprios governadores de muitos estados poderiam buscar esses medicamentos seja no mercado internacional, seja no mercado nacional. Eles têm elementos para fazer isso e para se associar ao Ministério da Saúde nesta tarefa de apoiar a sociedade brasileira”, afirmou o ministro.

“Não adianta só ficar enviando ofício para o Ministério da Saúde. Temos que trabalhar juntos, e os governadores sabem disso. Nós temos encontrado uma parceria contínua. Eu mesmo tenho contatado diversos governadores, atendendo essas demandas dentro do que se pode atender em uma situação sanitária como esta”, completou.


(Por: Portal G1)

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